
Os Estados Jinas (Parte 2)
Título Original: LOS ESTADOS JINAS · A.G.E.A.C.: CIENCIA GNÓSTICA DE LOS ESTADOS JINAS
O Quinto Evangelho
Registro estenográfico da gravação original de Samael Aun Weor, preservando a autenticidade de sua fala.
Razas inteiras vivem ali. "Em tempos de Artajerjes, houve o caso, pois, na Pérsia, de uma tribo que apareceu por lá, uma tribo muito estranha. Discípulo. Mestre, a Quarta Vertical também se chama Quarta Coordenada? Mestre. Quarta Coordenada, ou Quarta Dimensão... Bem, e aquela tribo vivia em suas casas (trunfante, vitoriosa), e então Artajerjes resolveu submetê-los, encher de impostos e dominá-los, e mandou gente a submetê-los ao seu cetro. Mas quando as pessoas chegaram a procurá-los, a procurar aquela raça, aquela raça havia desaparecido: Já não haviam casas nem havia nada no lugar onde antes estavam. No entanto, recebeu Artajerjes alguns presentes muito estranhos, enviados pelas pessoas daquela raça. Recebeu penas de águia, que tinham seu significado; significava que até que ele fosse dono do Elemento Ar, >IC< não poderia chegar a dominá-los a eles. Recebeu algo que significava que até que ele não dominasse o >FC< Elemento Água, não poderia submetê-los a eles. Recebeu um topo, que significava que até que ele não dominasse a Terra, não poderia dominá-los a eles. E recebeu também uma salamandra (algo que representava o Fogo, ou algo que representava uma salamandra, que é o Fogo, não?), que significava que até que ele dominasse o Fogo, não poderia dominá-los a eles. Para poder eles se submeter a ele, lhe exigiam domínio do Fogo, dos Ares, das Águas e da Terra. O dia que ele lograsse esse domínio, com muito gosto eles se submeteriam ao seu cetro. Antes não, porque não lhe reconheciam autoridade. O que fez aquele grande Senhor, aquele grande Rei? !Calou-se o bico; não lhe restou mais remédio! Se ele não dominava os Elementos, o que iria fazer? A ver... D. Nessa Quarta Coordenada, as Leis que regem essa Quarta Coordenada, são iguais às das esta Terceira Dimensão, ou as pessoas podem voar e vencer a Lei da Gravidade? M. São distintas as Leis, porque na Quarta Vertical se pode flutuar com corpo de carne e osso, e tudo. Na Quarta Vertical, as Leis são distintas; isso é claro.
D.
Mestre, entendi que aqui, no Bosque de Chapultepec, há um Templo em Estado de Jinas.
Pode você passar a qualquer irmão (não como o realizou lá na Pirâmide, mas com o corpo físico), a esse Templo?
M.
Sim se pode, quando os Adeptos do Templo o autorizam; porque não vamos nós a derrubar as portas do Templo, não?
É preciso, primeiro, ter a autorização...
!Ajá!...
D.
>PI< M.
!Que interessante seria!
Mas vamos ver..., tudo isso tem suas Leis; ninguém tem direito de entrar no Templo de Chapultepec, se não for, antes, devidamente autorizado, e para ser autorizado, bem, temos que merecê-lo, não é?
Esse é um Templo da Quarta Vertical; é tudo isso.
Agora, meter-se dentro da Quarta Vertical não é tão difícil, não é tão difícil.
Com um pouco de prática, se consegue.
Tudo que se precisa é ter um pouco de fé, fé, muita fé.
Deita-se de lado, na cama, coloca a cabeça sobre a palma da mão esquerda, vigia o sono e invoca depois a HARPÓCRATES; temos que invocá-lo com seu mantram: HARPO-CRAT-IS.
Assim se invoca, e depois, bem, aguardar um pouco...
Ao deitar-se de lado, deve colocar-se na forma ou figura que tem o filhote dentro de um cascarão, dentro de um ovo.
Sobre o buró ou mesa de cabeceira que está ao lado da cama, é preciso colocar, exatamente, o cascarão de um ovo de galinha pintado de cor azul.
E imaginar-se a si mesmo que está metido dentro desse ovo; invocar a Harpócrates.
Quando começamos a sentir muita “rasquiña” no corpo, está chegando o momento!
Há uma tendência de rascar; mas não se rasque.
E se começar a se ver como que se vai hinchando as mãos e pernas e o corpo, é porque já está entrando na Quarta Vertical.
Quando já se vir assim, como inchado, bem, levantar-se da cama com fé de verdade, e sair a caminhar (rumo à porta) dizendo: “Har-po-crat-is, ajudem-me porque vou com meu corpo”...
Ao sair já da recâmara, ou antes de sair, dar um salto com a intenção de perfurar a Quarta Vertical, de meter-se de lleno dentro da Quarta Dimensão, e se flutuar, é porque já está pronto; então sair de lá, da casa, e dirigir-se com corpo de carne e osso, por entre a Quarta Dimensão, para onde quiser dirigir-se; não há problema, nada lhe passa.
D.
Se sai vestido?
M.
Bem, por comum, vai-se com pijama, não é?
Por isso, antes de sair da casa, é aconselhável fazer o ensaio: Dar o salto, para ver se flutua; porque não seria muito agradável sair em “paños menores” para a rua.
Não, faz-se primeiro o ensaio, adentro, para ver se flutua, e se flutua, bem, se dá o luxo de ir-se.
Se não flutua, é porque não “agarrou” a Quarta Vertical; volta para sua cama e repete o experimento.
É fácil!
D.
E para voltar outra vez, não se fica lá?
M.
E para voltar?
Bem, há uma Lei na Quarta Vertical, que perfeitamente..., uma Lei que a estipulou perfeitamente Lavoisier: “Tudo retorna ao seu ponto de partida original”.
Na Quarta Vertical, essa Lei é cumprida de forma cabal: Volta-se a um ponto de partida original...
Eu, por exemplo, fiz muitos experimentos (em minha existência presente) para aprender a viajar com o corpo físico pela Quarta Vertical.
Cheguei a contar uma noite até 15 saídas infrutuosas.
Estar-se a sair do quarto depois de estar bem abrigado com seus cobertores ou sarapes, e sair para o pátio da casa, e até chovendo, vocês acreditam que isso não custa um sacrifício, até virar uma pneumonia?
Em puro pijama e toda essa coisa, eu me pôs a saltar e nada; e salto e nada, outra vez para a cama.
Mas, em uma dessas tantas saídas, saí; dei o salto e “tannn!”, fiquei flutuando no ar e disse: ¡Ehhh!...
[Risas]...
>CM< ...fiquei flutuando, saí na foto, pois, assim ficarei como em Jinas, pois..., [risas] total que na Quarta Vertical fiquei flutuando e já flutuando, pude dirigir-me, perfeitamente, para onde queria...
Outra vez, me puse a chamar certas PESSOAS-JINAS, para que me ajudassem (na Quarta Vertical há pessoas que vivem, raças inteiras); e chamei certas Pessoas-Jinas (dos MUNDOS-JINAS, das de TIERRAS-JINAS), para que viessem me ajudar.
Toda a santa noite (eu ali, deitado de lado, com a cabeça pousada sobre a palma da mão), chamando essas pessoas dos Estados Jinas, para que viessem.
Finalmente, por lá a duas ou três da manhã, quando me senti um estado de laxitud muito especial, alguém me tocou o braço.
Vou olhar de novo, e vejo uma dama que está ali, jovem, e me diz: – ¡Bem, levante-se!
– E eu, assim desperto (como estou neste momento), e levantar-me?
Mas como sou um homem de fé, pois me levantei da minha cama, me pus de pé.
Depois vejo, com assombro, que em uma mesa que havia ali com algumas cadeiras, dentro da recâmara, estavam outras duas damas, sentadas ao redor da mesa.
De maneira que com ela, eram três.
Tinham alguns TARÓS; e através do Tarot, elas haviam consultado sobre qual era a que iria carregar com a responsabilidade de me levar a mim para a Europa.
Claro, a “sorte” lhe caiu à que me chamou, por isso me chamou.
Então me disse: – A mim me toca levar...
– Se lhe agradeço muito.
Ela disse: – ¡Vamos!...
O que sim notei, com assombro, foi que me tomou por aqui...
>PI< ...como para me ajudar a sustentar, não?
Eu caminhei, atravessei um pátio, agarrei um longo corredor, abri a porta, saí para a rua.
Ao abrir a porta, não se abriu a porta física.
Qual porta se abriu?
A contraparte da porta física...
Então já saí para a rua.
Eu disse: “Bem, eu serei o único, sozinho, que vou por entre a Quarta Vertical.” E grande foi meu assombro quando saí, e encontrei que muitas outras pessoas (homens e mulheres) vivem na Quarta Dimensão, com corpo de carne e osso...
D.
Mestre, e os que estão no Cuerpo Astral não veem esse estado?
M.
Sim, tudo; ali se “revolvem” os vivos e os mortos e todo o mundo.
Bem, total que já, então, eu comecei a andar por aquelas ruas; mas me deu, francamente, uma grande alegria (era um de meus primeiros viajes, com corpo de carne e osso, entre a Quarta Dimensão).
Tanta grande alegria me deu, que resolvi levantar-me a flutuar até as nuvens, e depois, desde ali, jogar-me em “picada”, sobre as casas como um avião.
Tive que deixar essas brincadeiras, esses jogos violentos, e tudo, quanto me chamou ao orden a dama.
Ela disse: – Senhor, eu tenho uma grande responsabilidade moral com você.
Se você continuar com isso, pois você se vai matar, se pode matar; lembre-se que você está carregando com o corpo, você pode se matar.
Aqui, na Quarta Dimensão, você pode se matar se continuar assim como vai.
De maneira que eu peço o favor de que ande com juízo...
– Está bem –disse eu– você tem razão.
Então continuei viajando com ela e chegamos a Nova York.
Lá, sobre um apartamento de um arranha-céu de Nova York, nos aguardava outro cavalheiro (também ele estava aprendendo a manejar os Estados Jinas).
Ao chegar nos cumprimentamos, pois ela me o apresentou.
Nós nos tornamos amigos e então, ela, não apenas me tomou a mim por aqui, mas também a ele disse: – Vamos atravessar o oceano!
Pensei: “Em carne e osso, a essa hora da noite, e atravessando o oceano Atlântico?” Por um instante, em questão de segundos, veio-me uma ideia: “E o que aconteceria se nos saíssemos nesse momento da Quarta Dimensão, e aqui, no meio do oceano?
Se fôssemos a perder o Estado aquela de Jinas, como ficaríamos ali, a essa hora da noite e no meio do oceano Atlântico, rumo à Europa?”.
Bem, continuamos viajando, até que chegamos às praias da Europa.
Naquela época estava a Segunda Guerra Mundial..., a Segunda Guerra...
Bem, por ali passamos por algumas terras da Europa (se via a barbaridade da Segunda Guerra, que era pavorosa).
Então o amigo aquela me disse: – Aqui temos de andar com muito cuidado, porque vamos metidos dentro da Quarta Dimensão e não levamos documentos de identificação de nenhuma espécie, nem passaportes, nem nada daquelas coisas que se usam no mundo das Três Dimensões.
Se nos perdeu aqui o Estado de Jinas –me disse–, cairamos aqui nestas terras e aqui, ou nos metem na cadeia, ou nos fuzilam.
Estamos em plena guerra mundial, aqui perdemos a vida; temos de ser muito cuidadosos...
D.
E depende de si mesmo, o não perder esse Estado Jinas?
M.
Sim, depende de si ter certo cuidado, sobretudo ao se aproximar de onde há pontas de aço, objetos metálicos, de ferro, porque é muito perigoso...
Então lhe disse: – Bem, vamos com cuidado...
Então, a senhora aquela nos conduzia, até que ela entrou em uma casa da Europa, onde aguardava outra pessoa, a aguardava também a ela.
Nós dois nos ficamos ali, conversando um pouco.
E me disse: – Não sei o que vejo dentro de ti –me disse–, mas em ti há um pouco de Ciência, outro pouco de Filosofia e bastante de Magia.
E lhe disse: – Tens razão, lhe disse; eu sou SAMAEL AUN WEOR...
Aguardamos que a senhora aquela sacasse a outra pessoa que estava aguardando ali (uma humilde modista que estava estudando as CIENCIAS JINAS).
Aguardamos pacientemente, até que a sacasse, e já saiu ela também.
Depois disso, continuamos nosso viaje e fui aonde tinha que ir: A um lugar secreto na velha Europa.
Cheguei aonde tinha que chegar, e depois de ter estado aonde tinha que estar (isso é “segredo de Estado”), então, de regresso, voltamos nós para a casa tranquilamente através do espaço; voltei e me acostei em meu leito e tudo, perfeitamente.
O viaje foi maravilhoso!
D.
Mestre, o tempo da Quarta Vertical, como se compagina com o da Terceira?
M.
Bem, francamente, não tive o cuidado de ter olhado o relógio.
Porque no meio do experimento, um não se lembra do relógio, se lhe esquece, não é?
Só sei que o viaje foi longo e que foi maravilhoso, muito maravilhoso...
Também pude evidenciar que o principal é a fé; por isso: Em certa ocasião estávamos nós em uma casa, em um povo de clima quente, e como era clima muito quente, pois, ah, a Maestra Litelantes se acostou em seu leito e eu me acostei, simplesmente, no mero, mero piso, no chão, para fazer meus EXPERIMENTOS JINAS.
Só pus uma almofada no mero piso, nem sequer estera; porque não queria estera, o calor era insoportável.
Queria receber algo de frescura do chão (vocês sabem que na terra quente é assim: Em climas muito quentes, busca-se o chão, porque assim se consegue algo de frescura).
Bem, e me dediquei ao meu trabalho de concentração: Vigilar o sono cuidadosamente e aproveitar que surgissem os primeiros detalhes do sono, para poder levantar-me e agarrar a Quarta Vertical.
A Mestra Litelantes (que fuma, ou que de quando em quando ainda fuma), se echava suas grandes bocanadas de fumaça e me observava ela desde sua cama, porque estava desperta.
Eu não agarrei completamente o Estado de Jinas, nesse momento, porque me faltava sono (ou o que seja), mas sim estava cheio de fé.
Me levantei do chão onde estava deitado, nesse momento cheio de fé, disse: – Vou para a rua!...
–Quando ela viu que eu ia para a rua, nem mesmo em “pijama”, mas sim em “calções” e a “camiseta” esta, não?– Vou para a rua!...
Então me disse ela: – Mas como vai a se ir este homem assim, em “roupas íntimas”, para a rua?
Então, imediatamente, se lançou à porta, disse: Um momento!, para onde vai você?
Pois, nesse momento, eu estava, bem, cheio de fé, lhe disse: – Retire-se!
E abri a porta e até lhe dei um empurrão assim, abri a porta e saí; e ao sair ela disse: – Homem!
(Frente à cantina e a rua estava cheia de gente, porque não era tarde da noite, não?), disse: A este homem vai agarrar a polícia e vai meter no bote...
Sim, senhor, saí.
Ela se asomou para ver, chamando-me: – Para onde vai, como vai a se ir assim?
Eu seguia impávido, ia em o que ia, cheio de fé, e isso é tudo.
De que podia, podia, porque tinha que poder.
Por quê?
Pois, “por minhas pistolas” tinha que poder, não?; simplesmente, porque não admitia não poder...
Caminhei uma quadra sim, e ela me estava olhando, até que na quadra me desapareci.
Pois na quadra dei o salto assim, mas com uma fé absoluta, e era tão tremenda a fé, que agarrei a Quarta Vertical e fui aonde tinha que ir (a certo lugar, onde tinha que ir).
Flutuei por cima daquela cidade, aquele pequeno povoado, e me dirigi aonde tinha que ir...
Alguns minutos...
Ah!, ela, quando já viu que eu me desapareci, disse: – Vou fechar a porta; e a este homem, quem sabe o que lhe vai acontecer.
Fechou a porta, e trancou.
Com essas trancas antigas que não havia necessidade de tantas chaves, mas sim trancas assim, para trancar a porta, não?, algo burdo, pesado.
Aguardou ela em estado de ansiedade para ver o que acontecia.
Quando alguns minutos se passaram (“como a hora”, diz ela), se assombrou quando me viu outra vez deitado.
Porque quando eu regressei, não importou que a porta estivesse fechada (como vinha por entre a Quarta Vertical, atravessei) cheguei e me deitei outra vez.
Quando ela se voltou, ela me voltou a ver novamente ali; ela se assombrou.
Porque ainda com a porta fechada, eu atravessou a porta...
Mas, vejam como agarrei o Estado de Jinas: Sim, já nem havia sonho nesse momento, mas pura fé, nada mais que por uma fé absoluta, sem uma pitada de dúvida.
Isso que fiz..., para fazer uma coisa dessas, se necessitam três coisas, não uma: ou estar em Estado de Éxtase, ou embriagado pela Sabedoria, louco...
[Risas].
D.
Mestre, o que via em aquela Dimensão iria vê-lo nesse traje?
M.
Pois sim, não estava muito bem...
[risas], mas estava!
E isso era o importante.
D.
Mestre, o que você conclui, por exemplo, de uma experiência?, que é a seguinte: Em uma noite, digamos, o corpo físico está dormindo, mas a um determinado momento há uma vibração tão tremenda, que um conscientemente..., digamos que o corpo está dormido, mas chega um momento em que a vibração é tremendíssima, tremendíssima, então, nesse momento, eu quis, exponho, ordenar digamos, pedir que me sacassem, ve?
Porque estava tentando alcançar, digamos, o Astral, ve?
Isso foi..., eu me dormi, digamos, foi como a hora em que me dei conta que senti a vibração, mas eu não me lembrava que estava dormido, mas senti a vibração, e então eu pensei que isso era o Astral ou que já iria chegar.
Então pedi, pedi e pedi para poder sair em Astral.
E quando pedi tanto, tanto, tanto que me voltei a despertar...
[Risas].
M.
Então você não saiu?
D.
Não...
[Risas].
M.
Pois, perdeu o tempo “mano”, não tem jeito.
Você tem que seguir fazendo experimentos para aprender a sair; mas é preciso aprender a sair.
Agora sair com o...
¡Ajá!...
D.
Essa vibração..., uma vibração por todo o corpo, tremendíssima, tremenda, bastante vibração...
M.
Pois, simplesmente não fez o esforço.
Você deveria ter se levantado da sua cama.
Porque, o que?
Aguardava que viessem, te levassem em peso, e depois te sentassem em outro lugar e que, além disso, te dessem sua “neve” de limão?
[Risas].
Há necessidade, pois, de pôr de sua parte, se levantar, echar a caminhar cheio de fé, e tudo; então sim, “a Deus rogando e com o mazo dando”...
¡Ação!
Isso é o que se precisa.
¡Ajá!...
D.
Então, não pode alguém sair em Estado de Jinas se não sabe sair em Cuerpo Astral?
M.
Muitas aprendem a viajar com corpo de carne e osso e depois aprendem a sair em Astral.
D.
>PI< M.
É fácil!
Sair em carne e osso é fácil.
Agora, há pessoas que se lhes dificulta.
Sabeis que há algo, para quando um faz muitos experimentos e não consegue, e quer finalmente alcançar, vou dizer-vos: SE CONCENTRA UM NAS SETE POTÊNCIAS.
Não me refiro aos Sete Genios Planetários, não; mas a um grupo de Mestres que se chamam “As Sete Potências”, com o mantram MUERESIRANCA, Mueresiranca, Mueresirancaaaa.
Assim há que cantá-lo: Mueresirancaaaa; que venham as Sete Potências, que venham; rogai-vos com o vosso coração que venham e rogai-vos que lhes preparem o corpo; então as Sete Potências se lhe preparam...
Mas esse trabalho há que fazê-lo todas as noites; seguir, e seguir, e seguir, pelo menos um ano.
Quando a um lhe custou trabalho pelo menos um ano, trabalhando assim, um ano pelo menos.
Já depois de que um considere que o seu corpo está preparado, então se dedica a trabalhar outra vez com os Estados Jinas, até que o consiga.
O trabalho com Harpócrates me parece o melhor.
Porque resulta que Harpócrates é um Deiduso que maneja uma variante da Força Cristã, maneja os Estados de Jinas.
Onde quer que haja um Templo de Jinas, está a Força Harpocratiana; onde quer que haja uma pessoa que se mete em Estado de Jinas, está a Força Harpocratiana.
Mas é preciso saber pronunciar o mantram.
O nome de Harpócrates é Harpócrates; mas como mantram é HAR-PO-CRAT-IS, Har-pocrat-is, e então um se concentra..., Har-po-crat-is (ahí o gravo nessa gravação, para que fique ressoando)...
Se sempre que se vai invocar as Sete Potências é imprescindível que se faça com esse mantram.
Não, não, não; as Sete Potências é com o mantram Mueresiranca.
Não se pode usar outro mantram?
Não, é esse único...
Sim, então, se, por exemplo, em um ritual se faz a invocação das Sete Potências e se usa outro mantram, então, não chegam?
Não, é que não se usa em nenhum ritual.
Não sei eu, a menos que o usem vocês em algum ritual.
Não, por isso lhe pergunto, não?
Não, para as Sete Potências, se usa esse mantram para chamá-los; e os podem chamar para que lhes preparem o corpo para sair em Estado de Jinas.
Então lhes arreglam o corpo se lhe preparam.
E um tem que se ajudar com banhos, com ervas aromáticas; dar-se banhos...
Seu, mestre, você diz que se banhe um com ervas aromáticas, não?
Como quiser.
Em todo caso, o mantram é esse: Mueresiranca, é maravilhoso.
Serve para preparar o corpo, para que o corpo fique arreglado...
Ajá!
Seu, mestre, você diz que se banhe um com ervas aromáticas, não?
Sim, os banhos com plantas aromáticas ajudam muito a uma pessoa.
D.
Quais são elas?
M.
Bem, está o EUCALIPTO, está a HIERBABUENA DE MENTA, está o NARANJO, está a MANZANILLA, etc.
Plantas Aromáticas!
E uma pessoa escolhe plantas que tenham aroma, plantas aromáticas; elas ajudam a preparar o corpo...
D.
Os gringos já estavam fazendo um experimento para meter um barco na Quarta Coordenada, segundo conta...
>PI< ...e que meteram a tripulação; que lograram fazer algo, mas não...
>PI< M.
Para poder meter uma nave dentro da Quarta Vertical, a nave teve que ser fabricada de acordo a uma FÍSICA TETRADIMENSIONAL; é preciso fazer uma nave tetradimensional.
E para fazer uma Física Tetradimensional, é preciso ter uma GEOMETRÍA TETRADIMENSIONAL.
E para fazer uma Geometria Tetradimensional, é preciso trazer a QUARTA VERTICAL no papel.
Assim que se traça a Quarta Vertical, é possível elaborar a Geometria Tetradimensional, e com ela, elaborar uma Física desse tipo, mediante a qual se construiriam naves tetradimensionais para viajar, na Quarta Dimensão, através do espaço infinito.
D.
Mestre, eu li uma vez, que na Segunda Guerra Mundial se fizeram experimentos com aparelhos de onda, para traçar, digamos, um novo tipo de arma, para desintegrar a Materia Psíquica do ser humano...
M.
Bem, isso é absurdo, não é possível.
Com nenhum aparelho físico, ou com nenhuma onda física, ninguém pode desintegrar a Materia Psíquica.
Me parece que foi o Sr. Lobsang Rampa quem dizia isso sobre os Alemães, ou os Judeus, que falavam de inventar esse aparelho para matar, diríamos, a Materia Psíquica, destruir o homem, mas não na parte física. M. Isso é impossível. Pode-se destruir a parte física, mas a Psíquica. Por exemplo, o Ego, quem vai destruir o Ego? Nem um mesmo com sua própria Mente o pode destruir; apenas a Divina Madre Kundalini pode destruí-lo... D. Bom, Mestre... >CM< M. ...a Personalidade que pode se tornar visível e tangível a distância. Pode fazê-lo, há personalidades... >PI< ...É dizer, o Duplo, melhor dito, o Duplo da tua Personalidade física; esse Duplo pode se transportar e falar à tua esposa, e ela pode te ver. Todo mundo tem um Duplo... >CM< D. E não é esse o Cuerpo Astral? M. Não. D. Não é alguma forma do Mental? Não, o corpo físico tem seu duplo, um duplo físico, atômico, físico, que pode se tornar visível e tangível a distância. Além disso, o Astral tem seu duplo; uma vez eu agarrei um duplo: o duplo da Irmã Litelantes pode ser agarrado. E depois de que o agarrei, ela veio em Astral também e me apresentou seu duplo: “Aqui tenho seu duplo, veja-o”... Ela se ficou olhando aquele duplo; se ficou olhando assim, como que rehuia a vista... Cada corpo tem seu duplo. D. Mestre, após que morre o corpo físico, o que acontece?... >CM< M. Pois, se desintegram... D. Mestre, mas é esse duplo que faz tudo o que é oposto às ações que um quer? M. Não, não, não, é um duplo atômico; isso é tudo; eu diria: “ANTIMATERIA”. Eu o classificaria, a esse duplo como “Antimateria”. Porque assim como existe a Materia, existe a Antimateria; assim como existe o átomo existe o Antiátomo; assim como existe o neutrão, existe o Antineutrão, a Antiestrela... O Duplo, eu diria que é físico, que é Antimateria, com cargas elétricas a inversa. A Antimateria está demonstrado que existe, que tem cargas elétricas a inversa. D. Mas, na realidade, há pessoas exatamente iguais a um, o que se chama um “duplo”? M. Também há, também há... D. >PI< ...se encontram em um país?... >CM< SEGUNDA PARTE D. Lobsang Rampa fala de que às vezes uma Essência tem dois corpos... >PI< M. Isso diz Rampa? D. Ah? M. Isso diz Rampa? Ora, chame Gargha Kuichines!... Ouça aqui esse testemunho, para que confirme o mesmo que eu disse a respeito de Romero Cortés.
Sua Excelência, Lobsang Rampa afirma que existem Essências que possuem dois corpos em duas pessoas distintas (mas ele as chama de "bonecos", não é assim?, dois bonecos)... Eu lhe digo, aqui temos o caso de um amigo, cujo nome não menciono, e acontece que esse amigo é outra das Personalidades daquele homem que se chamava "KEFRÉN", no Egito. Kefrén teve, ultimamente, duas Personalidades; viveu simultaneamente nas duas. A uma foi o Dr. Rafael Romero Cortés (advogado titulado, na Colômbia), e a outra Personalidade dele, fisicamente é muito semelhante, tem as mesmas costumbres, tem o mesmo raciocínio, os mesmos conhecimentos e sua vida foi similar (era um licenciado chamado Salas Linares); e resulta que essa é a outra Personalidade dele mesmo... Sua Excelência, mas no físico, os dois se parecem? Eu aguarde e vamos dar um pouco de atenção a isso aqui; isso está bom... [Risas]. Sua Excelência, aqui deixou um pouco... Eu, não, deixe isso lá... Sua Excelência, Salas Linares não é o que redigiu os postulados para o Movimento Posclista do México? O Advogado que ajudou? Eu cooperei bastante conosco na elaboração de todos esses postulados e princípios da Plataforma do Partido Socialista Latinoamericano. Sua Excelência, eu cheguei à Gnosis, pela Doutrina, digamos, de Lobsang Rampa, porque é uma Doutrina que me chama tanto a atenção; e foi pelo grande interesse que eu tinha em conhecer essa cultura de Lobsang Rampa, que me interessou a Gnosis... Sua Excelência, Lobsang Rampa, pois é um Iniciado; isso não se pode negar, é um Mestre. Sua missão tem consistido, especificamente, em fazer trabalho popular, em tocar a primeira "clarinada"; inquietar a gente para que venha cada qual buscar cada qual seu Caminho, não é assim?; essa foi a labor de Lobsang Rampa. E muitos vieram à Gnosis graças a essa labor que ele fez...

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